Um painel de parede com amplificador integrado e entrada direta para iPod ou outros players portáteis. Esse é o principal atributo dos novos paineis da linha LAC, da fabricante paulista Loud Áudio, destinados a sistemas de som ambiente.
O LAC One e o LAC LX dispensam o uso de amplificador adicional, já que contam com potência (Classe D) de 30W capaz de alimentar qualquer caixa de embutir. Ambos incluem controle de volume, entrada estéreo P2 e saída para subwoofer ativo.
Mais sofisticado, o LX oferece display, USB, slot para cartão SD, entradas para outras fontes e controle remoto. É só plugar o player no suporte de apoio (já incluso) e som na caixa.
Fonte: planetech.uol.com.br
Quem sou eu
- Construsat Automação Residencial
- Fundada em 1997 a Construsat,trabalha em três segmentos: Segurança eletrônica, Automação e Telecomunicações. Tornando- se referência na região do Vale do Itajaí, trabalha com as melhores marcas do mercado e com profissionais altamente qualificados, buscando sempre melhorar a qualidade de vida de seus clientes e colaboradores.
sábado, 13 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Como escolher seu home theater ideal
Quando pensamos em adquirir um home theater, a primeira dúvida que vem a cabeça é qual o melhor equipamento a escolher. Qual é o melhor tamanho de tela? Quantas caixas acústicas devem ser instaladas? É preciso mandar fazer uma estante especial? Para montar seu home theater adequado, vários cuidados devem ser levados em conta.
Para quem deseja ter em casa as emoções do som e da imagem do cinema, o céu é o limite na hora de montar um home theater: televisores de alta definição, telões, sistemas de som digital, acesso direto a arquivos salvos em pen-drives, celulares ou MP3 players, conexão com notebook... Contudo, os equipamentos ideais, não são apenas os que oferem a melhor qualidade de som e imagem, mais também aquela que se harmonizam no espaço disponível sem comprometer a decoração.
Os especialistas garantem que é possível projetar um bom home theater em uma área de aproximadamente 9 metros quadrados, um cômodo de 3 m x 3 m, mantendo o local aconchegante e bonito.
Um espaço grande exige caixas acústicas maiores e mais potentes, assim como abriga perfeitamente um telão de 100 polegadas, por exemplo. Já o home theater integrado ao living costuma ser menor e exigirá soluções diferentes, como posicionamento correto das caixas para não refletir o som, e até cortinas black-out para deter a luz do sol. E não esqueça: é sempre bom ouvir as recomendações de um consultor antes da compra!
Os equipamentos
O kit básico para montar um home theater é formado por televisor de pelo menos 32” (de preferência de plasma ou LCD), tocador de DVD, receiver (que gerencia a imagem e o áudio do home) e o sistema de som 5.1, formado por cinco caixas acústicas e um subwoofer.
O kit básico para montar um home theater é formado por televisor de pelo menos 32” (de preferência de plasma ou LCD), tocador de DVD, receiver (que gerencia a imagem e o áudio do home) e o sistema de som 5.1, formado por cinco caixas acústicas e um subwoofer.
As caixas acústicas
Elas podem ser grandes ou pequenas, visíveis e até embutidas na parede ou no teto, dependendo do projeto técnico e de decoração. Em home theaters instalados em ambientes integrados, uma forma de melhorar a acústica é colocar as caixas no forro de gesso para que o som saia de cima para baixo, de modo a criar um espaço sonoro mais concentrado. O sistema 5.1, um dos mais usados, tem:
Uma caixa frontal, geralmente instalada logo abaixo da TV, que reproduz a voz;
Duas caixas laterais, que transmitem a ambientação da cena e o som estéreo de um show;
Duas caixas traseiras (ou surround, isto é, o som que vem de trás do espectador reproduz os efeitos da cena, como palmas, o barulho do tiro, o som do avião);
Um subwoofer, que normalmente fica no chão devido à vibração, pois gera as baixas freqüências de som, como os graves. Várias marcas de equipamentos eletrônicos comercializam sistemas integrados de home theater, que inclui receiver, caixas de som e subwoofer – uma opção mais econômica. Mas, para quem tem sala grande e quer sofisticar, a melhor escolha é o sistema 7.1, que acrescenta duas caixas traseiras. Essas, porém, devem ser posicionadas atrás do sofá, a pelo menos 1,50 m de distância, para se obter o efeito desejado.
O receiver
Esse aparelho é o coração do home theater, onde ficam ligados todos os equipamentos de áudio e vídeo. No caso do áudio, o receiver envia o som à caixa específica e, por isso, reproduz um dos vários sistemas de som utilizados nas salas de cinema, como Dolby Digital, DTS e THX, conforme a marca do produto. Além das caixas, o receiver conecta outras fontes como tocador de DVD, CD player, videogame, karaokê, MP3 e notebook ou computador.
A tela
A escolha entre telão, TV de plasma e LCD deve ser feita de acordo com a área do home theater. É importante ressaltar que, devido à tecnologia desses televisores de alta-definição, é possível instalar aparelhos com tela grande em espaços pequenos. A uma distância de 3 metros podese perfeitamente colocar uma TV de 52 polegadas. Para ambientes maiores o ideal é lançar mão de um projetor e telão de 72” a 100”, já que custam bem menos que um televisor de mesma dimensão e têm excelente qualidade de imagem.
A acústica
Tão importante quanto a escolha dos aparelhos é verificar aacústica do espaço que vai abrigar o home theater. Isso significa que a decoração pode ser determinante. Piso frio, vidros e espelhos causam reflexão sonora e dificultam a boa acústica e, certamente, devem ser evitados. Em contrapartida, opte por materiais que absorvem bastante o som, como cortinas de tecido, móveis de madeira e tapetes.
Os móveis
Para usufruir ao máximo do som e da imagem de cinema oferecidos pelos aparelhos, a disposição dos móveis deve seguir algumas regrinhas básicas. Como as caixas acústicas precisam estar em seus devidos lugares, o sofá é posicionado de frente para o televisor, e centralizado no espaço. Assim, o usuário desfruta de todos os efeitos sonoros e visuais do sistema. Já a estante ou o rack, o sofá é posicionado de frente para o televisor, e centralizado no espaço. Assim, o usuário desfruta de todos os efeitos sonoros e visuais do sistema. Já a estante ou o rack, móveis esses, mais usados em home theaters, deve ser projetado para acolher todos os equipamentos, levando-se em conta a ventilação e lugar para organizar os DVDs.
Para usufruir ao máximo do som e da imagem de cinema oferecidos pelos aparelhos, a disposição dos móveis deve seguir algumas regrinhas básicas. Como as caixas acústicas precisam estar em seus devidos lugares, o sofá é posicionado de frente para o televisor, e centralizado no espaço. Assim, o usuário desfruta de todos os efeitos sonoros e visuais do sistema. Já a estante ou o rack, o sofá é posicionado de frente para o televisor, e centralizado no espaço. Assim, o usuário desfruta de todos os efeitos sonoros e visuais do sistema. Já a estante ou o rack, móveis esses, mais usados em home theaters, deve ser projetado para acolher todos os equipamentos, levando-se em conta a ventilação e lugar para organizar os DVDs.
Com relação a automação, as opções são inúmeras. Aproveitar melhor os espaço e deixar o ambiente mais “limpo”, caixas imbutidas no teto ou os demais equipamentos, são a melhor opção. É possível por exemplo, colocar um sistema de elevador que faz o projetor descer quando está em uso e subir e se esconder no forro ao ser desligado.
Com um controle remoto inteligente, todos os aparelhos do home theater são acionados com o toque dos dedos. Ao ser programado segundo as necessidades do usuário, o equipamento opera, por exemplo, as funções de áudio e vídeo e, ainda, pode comandar a abertura das cortinas, acender e apagar as luzes e ligar o ar-condicionado.
Já é considerado tendência instalar um computador portátil para aproveitar os recursos desse aparelho e transformá-lo em uma central de entretenimento que reúne fotos, vídeos e músicas. Pode-se também, no home theater, navegar pela web, jogar games de última geração, ver conteúdo de alta-definição baixado da internet, acessar rádios on-line, entre outras diversões.
Fonte: Revista Casa e Jardim
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Tablets: Sony entra na briga
A Sony finalmente apresentou em Nova York seus dois modelos de tablet, provisoriamente chamados S1 e S2. A grande aposta da empresa está na compatibilidade com jogos para PlayStation – tanto que o logo PS3 aparece na traseira dos dois tablets. Ambos já vêm com alguns jogos armazenados e acesso direto à PlayStation Network – que, aliás, acaba de ser inaugurada no Brasil. Também entram na Reader Store (para compra de livros digitais) e na Qriocity (rede mundial da Sony para músicas e vídeos).
Uma vantagem sobre os tablets lançados até agora (inclusive, e principalmente, o iPad) é a compatibilidade com redes sem fio DLNA, já comuns em TVs e sistemas de home theater. Esse padrão permite transferir fotos, músicas e vídeos entre aparelhos diferentes. Segundo a Sony, o modelo S1 também pode ser usado como controle remoto após baixado um aplicativo específico. Aliás, a Sony decidiu também investir em aplicativos. Os dois tablets, claro, utilizam Android; e a empresa fechou acordo com a Adobe (dona do Flash e do Acrobat) para criar a rede AirApp, pela qual desenvolvedores podem cadastrar novos apps para esses aparelhos.
O modelo S2 tem ainda o diferencial de possuir tela dupla. Outra novidade interessante: nos EUA, os tablets da Sony serão comercializados através da AT&T e utilizarão suas redes 4G.
Fonte: Home Theater & Casa Digital
Cresce o Mercado de Automação
Sucesso da ExpoPredialTec e boom imobiliário estimulam o uso de sistemas eletrônicos em casas e condomínios
A expansão do setor imobiliário, a queda nos preços dos equipamentos, o grau de informação mais acentuado de consumidores e profissionais e a chegada de dispositivos móveis de controle sem fio (como tablets e smartphones) são apontados como os principais fatores que estimulam o crescimento do setor de automação residencial e predial no Brasil. O sucesso da feira ExpoPredialtec, realizada em São Paulo, confirmou que esse é um segmento emergente da economia, com grande potencial de desenvolvimento.
"O mercado está crescendo e aparecendo", resume Claudio Yazbek, da Crestron Brasil, uma das empresas líderes no setor. "Já existem opções para todos os gostos. A classe média também está começando a conhecer e entender para que serve a automação doméstica", diz ele. A maioria dos empresários do setor concorda que a popularização de smartphones e tablets está sendo decisiva para estimular os usuários a adotarem sistemas de automação, não apenas em casas e apartamentos, mas também em edifícios comerciais.
Um dos desafios dos fabricantes é continuar vendendo painéis de controle (portáteis e de parede) numa época em que grande parte dos usuários prefere a comodidade dos tablets e smartphones - quase todos já criaram aplicativos para transformar esses aparelhos em controles para a casa toda. "Os apps para iPad e Android são uma realidade", diz Michael L. Olinger, vice-presidente da AMX, segunda maior fabricante dos EUA. "Mas não vão exterminar o mercado de painéis e controles dedicados, que sempre serão mais completos em termos de funções".
Outro forte impulso à expansão do setor é a explosão de projetos imobiliários de médio e alto padrão. Muitas construtoras já estão incluindo sistemas de automação na planta de casas e apartamentos, de tal modo que o comprador recebe tudo pronto, na entrega das chaves. "Temos aproximadamente 7 mil apartamentos vendidos, a maioria deles em construção", diz Eduardo Almeida, gerente da Disac, distribuidora no Brasil de outra marca americana importante, a Control4. "Quando esses imóveis forem entregues, os moradores já poderão utilizar de imediato os recursos de automação".
Fonte: Home Theater & Casa Digital
A expansão do setor imobiliário, a queda nos preços dos equipamentos, o grau de informação mais acentuado de consumidores e profissionais e a chegada de dispositivos móveis de controle sem fio (como tablets e smartphones) são apontados como os principais fatores que estimulam o crescimento do setor de automação residencial e predial no Brasil. O sucesso da feira ExpoPredialtec, realizada em São Paulo, confirmou que esse é um segmento emergente da economia, com grande potencial de desenvolvimento.
"O mercado está crescendo e aparecendo", resume Claudio Yazbek, da Crestron Brasil, uma das empresas líderes no setor. "Já existem opções para todos os gostos. A classe média também está começando a conhecer e entender para que serve a automação doméstica", diz ele. A maioria dos empresários do setor concorda que a popularização de smartphones e tablets está sendo decisiva para estimular os usuários a adotarem sistemas de automação, não apenas em casas e apartamentos, mas também em edifícios comerciais.
Um dos desafios dos fabricantes é continuar vendendo painéis de controle (portáteis e de parede) numa época em que grande parte dos usuários prefere a comodidade dos tablets e smartphones - quase todos já criaram aplicativos para transformar esses aparelhos em controles para a casa toda. "Os apps para iPad e Android são uma realidade", diz Michael L. Olinger, vice-presidente da AMX, segunda maior fabricante dos EUA. "Mas não vão exterminar o mercado de painéis e controles dedicados, que sempre serão mais completos em termos de funções".
Outro forte impulso à expansão do setor é a explosão de projetos imobiliários de médio e alto padrão. Muitas construtoras já estão incluindo sistemas de automação na planta de casas e apartamentos, de tal modo que o comprador recebe tudo pronto, na entrega das chaves. "Temos aproximadamente 7 mil apartamentos vendidos, a maioria deles em construção", diz Eduardo Almeida, gerente da Disac, distribuidora no Brasil de outra marca americana importante, a Control4. "Quando esses imóveis forem entregues, os moradores já poderão utilizar de imediato os recursos de automação".
Fonte: Home Theater & Casa Digital
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Sistema Compacto Bose
Há 47 anos, a americana Bose é vista como uma das marcas de caixas acústicas mais importantes do mundo. Seu sucesso se deve ao desenvolvimento de sistemas de áudio compactos e caixas microsatélites de alto desempenho. As famosas “caixinhas” da Bose são, ao lado de modelos de embutir, as preferidas por arquitetos e decoradores, por não interferirem na decoração, tonando-se quase invisíveis no ambiente.
Lançado no início de 2011 com a mesma proposta, o Lifestyle V35 é uma solução completa de 5.1 canais, que reúne recursos, praticidade e o design arrojado característico dos sistemas da marca.
Feitas em plástico rígido, as caixas microsatélites possuem dois minúsculos falantes Full-range, capazes de reproduzir altas e parte das médias frequências. As frontais e surround consistem em dois cubos, totalizando 11cm de altura. O conjunto de caixas pode ser encontrado nas cores branco e preto. Tanto as caixas frontais quanto as surround incluem o conceito Jewel Cube que, segundo o fabricante, envolve 40 tecnologias diferentes para resultar em um som preciso. Uma delas é o recurso Direct/Reflecting, o qual propicia ao usuário a opção de direcionar (por meio de rotação) um dos cubos para o centro da sala e outro para a parede lateral, a fim de criar uma maior sensação de envolvimento e volume.
Desempenho. É a palavra que melhor define o home theater compacto Bose Lifestyle V-35. À primeira vista, é difícil imaginar que caixas tão pequenas podem oferecer uma pressão sonora avassaladora comparável somente aos HTBs com caixas de grande porte.
Muitos questionam a qualidade dos sistemas dessa tradicional empresa norte-americana, mas é bom ressaltar que soluções como esta não se destinam ao público audiófilo e sim àquele que privilegia o design sem necessariamente abrir mão da qualidade.
Além da potência (na qual a Bose não costuma informar), agradam a conectividade, o dock para iPod/iPhone, o recurso de calibragem de áudio inteligente Adaptiq e o controle remoto, também inteligente. Esse acessório pode comandar, inclusive, outros produtos conectados ao console da Bose a mais de 10m de distância por Rádio Frequência.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
MONO – Em acustica, mono é o sistema de gravação e reprodução do som em que não é possível perceber as diferentes posições das fontes sonoras, ou seja, todo o som é transmitido por meio de um único canal, também chamado de monofônico.
ESTÉREO – Em acústica, estéreo, ou ainda stereo do inglês, consiste num sistema de reprodução do áudio que utiliza dois canais de som monaurais distintos (direito e esquerdo) sincronizados no tempo.
DOLBY – Este sistema é utilizado para redução de ruídos nas gravações analógicas, ou seja em fita.
SURROUND - é o conceito que expande a imagem da reprodução de uma dimensão (som monofônico ou estéreofônico) para duas ou três dimensões. O Surround traz um ambiente mais realístico de áudio, presente nos sistemas de som de cinemas, teatros, entretenimento em casa, vídeos, jogos de computador, e a cada dia está mais presente em tudo e em todos os lugares.
Até então não explicamos a diferença do 2.0 ou do 5.1 que falamos lá em cima. Pois é, a diferença básica entre eles são os canais em que serão reproduzidos os sons do filme.
Deduz-se então que canais são os alto-falantes para reprodução, e essa afirmação está completamente errada. Um canal pode ter mais que um alto-falante porém só reproduz o som de “um lado” da gravação. Vamos ver as definições dos canais para reprodução, afim de entendermos melhor os sistemas de som:
2.0 – Esse tipo de circuito acústico é composto por 2 canais, um direito e um esquerdo. Ou seja a forma mais simples de estéreo que foi chamada revolucionáia mente de Dolby Stereo
3.1 – Esse circuito acustico, conta com três canais, sendo 2 deles destinados para a direita e esquerda e um para o centro, e 1 canal para um Subwoofer, que somente reproduzirá os sons mais graves. Esse modelo ficou conhecido como Dolby Surround.
5.1 – É o circuito acústico mais utilizado por home-theaters e consiste em 5 canais estéreos e 1 para o Subwoofer. Neste caso são. normalmente utilizados 2 canais para a direita (frente e trás), 2 para a esquerda (frente e trás) e 1 canal central.
7.1 – É o sistema mais moderno criado que conta com 7 canais e 1 para subwoofer. Os canais são divididos em 3 frontais e 4 traseiros, para dar maior sensação sonora em salas de grande porte (cinema). Poucos foram os DVDs que sairam nesse formato.
Com isso já sabemos tudo sobre canais de som e podemos escolher com tranquilidade, no menu de configuração do DVD, o formato a ser utilizado a fim de não perder qualidade.
Porém é importante ressaltar que se você não tem um aparelho que reproduza em 5.1, o melhor é configurar o som para 2.0 para não perder qualidade.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Iphone 5 da Apple será lançado em Setembro/2011
Segundo publicação do Wall Street Journal, os preparativos para o lançamento do iPhone 5 em setembro nos Estados Unidos já começaram. Com relação a sua chegada ao Brasil, espera-se que até o final deste ano o produto comece a ser comercializado aqui na terrinha.
Especulações ainda apontam que o aparelho da Apple será mais rápido e ainda terá uma potente câmera de 8 megapixels, processador A5 (encontrado no iPad 2) e melhorias no sistema de antena, sendo um avanço sobre a antiga versão 4.
Especulações ainda apontam que o aparelho da Apple será mais rápido e ainda terá uma potente câmera de 8 megapixels, processador A5 (encontrado no iPad 2) e melhorias no sistema de antena, sendo um avanço sobre a antiga versão 4.
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